Mostrando postagens com marcador Sexualidade/Gênero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sexualidade/Gênero. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de julho de 2010

12-07-2010 07:43:26 - Nona edição do Congresso Internacional Fazendo Gênero aguarda 4 mil participantes

Acontece de 23 a 26 de agosto na UFSC o Congresso Internacional Fazendo Gênero 9. O encontro, organizado pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG), discute nesta edição a experiência contemporânea de permanente cruzamento de fronteiras. ´Diásporas, Diversidades, Deslocamentos` é a temática que será abordada.

Na última edição, em 2008, participaram 2.700 pessoas. Esse ano, em função do interesse de acadêmicos brasileiros e de outros países no maior encontro da América Latina da área, o número de vagas é de 4 mil.

“Além dos palestrantes de diversos países que convidamos, muitos pesquisadores, a maioria da América Latina, demonstra interesse, também encaminha seus trabalhos e propõe simpósios para o encontro”, conta Mara Coelho de Souza Lago, uma das coordenadoras do IEG.

O projeto Fazendo Gênero reúne pesquisadores de todo o mundo a cada dois anos. O primeiro desses encontros, ainda de âmbito nacional, aconteceu em 1994, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC.

Desde então, com o objetivo de consolidar um espaço permanente de debates e de trocas interdisciplinares, o Instituto de Estudos de Gênero organiza novos eventos que resultam em publicações de anais, livros, coletâneas e números especiais de revistas acadêmicas.

O instituto
Com sede no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) foi criado após uma reunião de avaliação do Fazendo Gênero 6, em 2004, por pesquisadoras envolvidas com o feminismo e com estudos de gênero. O objetivo era centralizar as atividades que vinham sendo realizadas na UFSC.

Inicialmente envolvendo apenas o Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), hoje o IEG abrange também o Centro de Ciências da Saúde (CCS) e o Centro Sócio-Econômico (CSE). A meta é estreitar os vínculos entre trabalhos de diversas áreas acadêmicas com os movimentos sociais comprometidos com os direitos das mulheres e com a promoção da igualdade de gênero.

Atualmente coordenado pelas professoras Joana Maria Pedro, Mara Coelho de Souza Lago e Zahidé Lupinacci Muzart, o IEG tem como principais atividades a realização dos encontros Fazendo Gênero, a publicação da Revista Estudos Feministas (REF) e a manutenção do Portal de Publicações Feministas. O setor integra núcleos de pesquisa e laboratórios que atuam no campo dos estudos de gênero, buscando a consolidação dessa área de concentração no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas.

O instituto tem a meta de ser um espaço permanente de pesquisa, organizando e disponibilizando um acervo de publicações sobre gênero e teorias feministas, apoiando as atividades docentes e discentes na universidade e fora dela. A partir da geração e divulgação desse conhecimento, sua equipe procura colaborar com a instrumentalização de políticas públicas.

Saiba Mais:

Estudos de gênero na UFSC
Os trabalhos iniciaram em 1984, com a criação do Núcleo de Estudos da Mulher. A equipe se reestruturou como Núcleo Interdisciplinar de Estudos de Gênero, a partir do 1° Encontro de Estudos sobre a Mulher, em 1989, mesmo ano em que foi realizado o 3° Encontro Nacional de Mulher e Literatura - um salto qualitativo na consolidação dos estudos na universidade e que resultou no primeiro Fazendo Gênero, em 1994.

Esse campo cresceu significativamente na universidade nos últimos 20 anos, com a abertura de disciplinas em cursos de graduação e de pós-graduação, a criação de linhas de pesquisa e a implantação da área de concentração Estudos de Gênero, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas. Como resultado, foi acumulada uma vasta produção acadêmica e estruturada a Revista de Estudos Feministas. Atualmente o IEG conta com a participação de diversos centros da UFSC e também da Udesc.

Revista Estudos Feministas
É um periódico interdisciplinar de circulação nacional e internacional que publica artigos, ensaios e resenhas. Desde 1999, um núcleo de professoras da UFSC é responsável pela edição da revista, considerada uma das principais publicações da área e indexada nos principais bancos e fontes de referência científicas internacionais. A REF está disponível em www.scielo.com.br, no portal feminista (www.ieg.ufsc.br) e no portal de periódicos da UFSC.

Outras publicações:
No site do IEG também estão disponibilizados livros eletrônicos, teses, dissertações e volumes de outras revistas que tratam da temática de gênero: o Caderno Pagu, publicação do Núcleo de Estudos de Gênero da Universidade estadual de Campinas; o Caderno Espaço Feminino, publicação da Universidade Federal de Uberlândia; a revista Gênero, periódico semestral de circulação nacional da Universidade Federal Fluminense e a revista latino-americana da Universidade Estadual de Ponta Grossa, que publica semestralmente artigos científicos relacionados à área de geografia, gênero e sexualidades.

Gênero e Diversidade na Escola
É um projeto destinado à formação de profissionais da área de educação, abordando as temáticas de gênero, sexualidade e relações étnico-raciais. Em 2009, com apoio do Ministério da Educação e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o IEG organizou um curso de ensino a distância para professores de educação infantil, ensino fundamental e médio, envolvendo 10 polos no país.

Seis meses depois, uma equipe do instituto lançou o livro ´Práticas Pedagógicas e Emancipação: Gênero e Diversidade na Escola`, que traduz as ações desenvolvidas no projeto. “São tratadas questões transversais sobre diferenças que ocorrem nas escolas. O livro traz informações mais explícitas e sistematizadas, para quem tem que lidar com essas questões no cotidiano”, explica Mara Lago. Para ela, ao participar do projeto, o IEG reforçou seu papel na formação, transmissão e divulgação dos conhecimentos de ponta que produz na área de gênero no Brasil.

Núcleos e laboratório na UFSC

- Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH)
- Núcleo de Pesquisa Modos de Vida, Família e Relações de Gênero (Margens)
- Núcleo de Estudos Sobre Agricultura Familiar (NAF)
- Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem Grupo de Antropologia Urbana e Maritima (Navi)
- Núcleo de Estudos e Pesquisas em Serviço Social e Relações de Gênero (Nusserge)
- Núcleo de Estudos de Modos de Subjetivação e Movimentos Contemporâneos (NUR)
- Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividade (NIGS)

Mais informações: www.ieg.ufsc.br; (48)3721-6440; estudosdegenero@gmail.com

Por Natália Izidoro / Bolsista de jornalismo na Agecom

Leia também:
Inscrições para monitores do evento Fazendo Gênero vão até 25 de julho

www.ufsc.br

domingo, 28 de março de 2010

Festival Internacional de Humor em DST/AIDS

CARLUS - BRASIL


















SPACCA - BRASIL















 HUANG FEI - CHINA






http://www.aids.gov.br/humor/
 
Muitas são as experiências positivas do uso do humor, principalmente do humor gráfico, para levar à conscientização, provocar reflexões e tomadas de atitude. A aids é um dos atuais males da humanidade e, para muitos, ainda é vista como um problema alheio a ele, à sua família e à sociedade. Em relação ao Festival de Humor que se está promovendo, o objetivo principal é oferecer à sociedade um instrumento a mais de engajamento de todos para impedir o alastramento do vírus e de valorização daqueles que são soropositivos. O senso de humor é próprio daqueles que melhor enxergam problemas e soluções. A somatória de visões e percepções de artistas do humor de todas as nações e povos resultará, sem dúvida, em um rico e diversificado produto a ser trabalhado nas mais variadas estratégias de comunicação e educação. 

domingo, 7 de março de 2010

Desinformação ameaça as mulheres

As mulheres representam atualmente quase 50% dos casos de HIV/Aids no mundo, percentual que, desde o início da epidemia, vem apresentando aumento constante nos últimos 20 anos, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Essa situação ocorre pela desigualdade entre homens e mulheres, ainda presente no mundo. Para Lee Jong-wook, diretor-geral da OMS, as mulheres raramente têm o poder de impor relações sexuais seguras e protegidas.

Por esse motivo, explica o diretor da OMS, as intervenções sanitárias relacionadas ao HIV/Aids devem promover um melhor acesso das mulheres à informação, ao tratamento, aos cuidados e ao seu próprio sustento.


Para os especialistas, as mulheres são mais vulneráveis à infecção do que os homens por razões biológicas, econômicas, sociais e culturais.

Um dos maiores exemplos é observado na disseminação da Aids na África, que ocorre de forma devastadora, principalmente em mulheres da região subsaariana. Na área, foi observado que as jovens entre 15 e 24 anos são duas vezes e meia mais susceptíveis de ser infectadas que os rapazes da mesma faixa de idade.

Para debater esse problema e propor as necessárias medidas para o controle da expansão do vírus da Aids, a OMS promoverá amanhã, às 15h, em sua sede, em Genebra, Suíça, a mesa-redonda As mulheres e o HIV/Aids, como uma das formas para marcar o transcurso do Dia Internacional da Mulher.
JULIO ABRAMCZY
Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Você já conhece tudo sobre contracepção?

Implante



O que é?

É um bastão do tamanho de um palito de fósforo, colocado debaixo da pele na parte superior do braço. Contém hormônio (progesterona).



Como funciona?

-No consultório, o médico insere o bastão sob a pele com a ajuda de um aplicador específico.

-O implante libera hormônio, impedindo a ovulação.

-A duração do método é de três anos.



Eficácia: alta





Preservativo



O que é?

A versão masculina é um tubo de borracha ou plástico muito fino e lubrificado, com um depósito para o esperma. A versão feminina (* leia mais sobre a camisinha feminina clicando aqui!) é uma bolsa de poliuretano que se ajusta na vagina e protege também a genitália externa.



Como funciona?

-Colocado sobre o pênis ereto antes da relação sexual, evita que o esperma entre em contato com a vagina, já que o sêmen fica retido no depósito.

-Inserida na vagina antes da relação sexual, recobrindo toda a vagina e os grandes lábios, evitando o contato do esperma com o colo uterino.

-Deve ser removido e jogado fora após o ato.

-Deve ser usado um novo preservativo a cada relação sexual.



Eficácia: regular


Injeção

O que é?

É um contraceptivo aplicado por via intramuscular, normalmente nas nádegas.

Como funciona?

-Libera hormônios gradualmente, impedindo a ovulação e deixando a parede do útero mais fina para evitar a fixação de possíveis óvulos fertilizados.

-Aumenta a espessura do muco cervical do colo do útero, dificultando a entrada dos espermatozóides no útero.

-A injeção oferece a proteção de um/três meses, dependendo do tipo utilizado.

Eficácia: alta

*Por: J-C/2008 Marca Registrada Cód. 163718 - Folheto Método Contraceptivo - Março 2008.

domingo, 13 de setembro de 2009

Camisinha feminina

Por Fernanda Wendel

A vez das mulheres

Dizer que o namorado se esqueceu ou não quis usar camisinha não são desculpas para deixar de se proteger. Com a camisinha feminina as meninas podem tomar a iniciativa, sem depender do humor do seu parceiro, evitando riscos de gravidez indesejada, DSTs e principalmente Aids.

Lançado no Brasil em dezembro 1997, o Reality é fabricado na Inglaterra. Diferente da camisinha masculina, a versão feminina pode ser colocada até 8 horas antes da relação sexual e não precisa ser retirada imediatamente depois que o homem ejacula. Isso acaba com o famoso "corta-clima" na hora da colocação.

Outra diferença é o material. Em vez do tradicional látex (borracha), a camisinha feminina é feita de poliuretano, um tipo de plástico 40% mais resistente. O poliuretano é hipoalergênico (causa pouca alergia), sendo a salvação das meninas (cerca de 1%) que têm alergia à borracha. O plástico também é mais fino. O material não tem odor, acabando com o cheiro característico que exala da camisinha tradicional.

Mas o Reality também tem seus inconvenientes. Além de ser mais caro, algumas pessoas não se empolgam muito com seu aspecto. A camisinha é um tubo relativamente grande, com 17 centímetros de comprimento por 8 de diâmetro, e cerca de 3 centímetros dela devem ficar do lado de fora da vagina, cobrindo sua parte exterior. Há um anel que se acomoda no fundo da vagina e "prende" a camisinha dentro da mulher. No lado de fora há outro anel, maior e mais flexível. Ele serve para cobrir os lábios vaginais. A vantagem é que ela protege uma área maior do que a masculina. Isso ajuda a prevenir melhor a transmissão de doenças como HPV e herpes.

Como colocar

É preciso aprender a colocar a camisinha feminina. Pode ser um pouco complicado no começo, mas é questão de prática. Por isso, é recomendado que a mulher experimente o preservativo antes da relação sexual. Siga as instruções e observe o desenho que vem na caixa.

Colocar a camisinha também pode dar uma apimentada no sexo. Incluir o "ritual" nas preliminares pode ser uma brincadeira bastante prazerosa. As meninas podem usar o Reality quando estiverem menstruadas. A única restrição é não colocar a camisinha muito tempo antes de transar.

Alguns homens acham a camisinha feminina mais confortável. Como o seu diâmetro é bem maior, ela não aperta o pênis. Apesar de vir num só tamanho, ela se ajusta na vagina de qualquer mulher.

Obstáculos no percurso

Enquanto a garota não se acostumar com a novidade, usar a camisinha feminina pode ser um pouco complicado. Além de ser mais difícil colocá-la, algumas coisinhas durante a transa podem atrapalhar a curtição. Primeiro, é preciso ter certeza que o pênis está entrando na camisinha, e não escapando pelo lado de fora da camisinha. Uma dica é que o casal "conduza" o pênis pela camisinha (aquela famosa "mãozinha").

Outra inconveniência é um barulho desagradável. Ele só acontece quando não há lubrificação suficiente. Isso é fácil de ser resolvido. É só passar mais lubrificante no pênis ou na camisinha e continuar a relação.

O Reality é descartável, só serve para uma transa. Uma notícia boa, principalmente para as meninas, é que a transa não precisa acabar quando o parceiro ejacula. Depois do orgasmo ele pode continuar, sem ter que tirar o preservativo. O único cuidado é que a menina permaneça deitada para que o sêmen não escorra. Na hora que tudo estiver encerrado, a camisinha deve ser torcida e retirada com a garota ainda deitada. Simples, não?

*Reportagem em Jairo Bauer

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Tudo o que você precisa saber sobre a pílula do dia seguinte


Tem muitas garotas tomando a pílula do dia seguinte como se fosse um método anticoncepcional. E, pior, sem orientação médica. Elas nem sabem que, mal usada, a fórmula oferece riscos. Aceite nosso convite para um bate-bola que resolve todas as suas dúvidas
por Monique dos Anjos foto Gal Oppido

"Namorava há três anos e sempre tomei anticoncepcional. Só que me esqueci da pílula duas vezes no último mês e acabei transando sem camisinha. Com medo de engravidar, usei a pílula do dia seguinte." Carol, 23 anos

Troquei a camisinha pela pílula do dia seguinte duas vezes. Na primeira, um ex-namorado insistiu para transarmos sem nada e eu cedi. Na hora, não me preocupei com a Aids ou outras doenças. Na segunda vez, um novo namorado me convenceu a transar sem camisinha. Mas percebi que isso poderia me prejudicar. Hoje, com namorado fixo, optei pela pílula. Sai bem mais barato e é bem menos estressante." Laura, 25 anos

"Fazia um mês que estava saindo com um surfista bonitão, que conheci num feriado. A noite foi mágica, a não ser por um detalhe: a camisinha estourou. Com medo de engravidar, tomei a pílula do dia seguinte." Ana, 26 anos

Das três garotas, Ana foi a única que usou a pílula do dia seguinte de acordo com a recomendação. “Administrada de maneira responsável, ela é um bom método para evitar uma gravidez indesejada”, diz a ginecologista e obstetra Andréa Campos, do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, ONG paulistana especializada em saúde da mulher. O contraceptivo de emergência, cujo princípio ativo é o levonorgestrel, tem indicações precisas. Serve para situações como quando o método preventivo que você escolheu falha, em casos de violência sexual ou estupro.

Mas tem muita mocinha merecendo um puxão de orelha por agir como Laura e Carol, que tomaram a pílula sem orientação médica e em substituição à camisinha. O alerta vem do Programa do Adolescente do Estado de São Paulo. Segundo pesquisa realizada pelo órgão, 33% das garotas que tomaram esses comprimidos não se preocuparam com nenhum método contraceptivo. A consultora de saúde Ana Fátima Galati, do Coletivo Feminista, acredita que a falta de informação começa dentro de casa. “Elas temem mostrar a pílula anticoncepcional para os pais e assumir que já iniciaram a vida sexual”, diz. Sem falar nas garotas que, como não estão com namorado fixo, não querem tomar hormônio todo dia e acham que é um bom negócio recorrer à pílula apenas quando rola a transa. Doce ilusão: dois comprimidos equivalem a meia cartela de um anticoncepcional de baixa dosagem. A seguir, acabe com todas as suas dúvidas sobre o assunto.

modo de usar

A ginecologista Albertina Duarte, coordenadora do Programa do Adolescente do Estado de São Paulo, esclarece o que é mito e o que é verdade quando se trata do contraceptivo de emergência

a pílula do dia seguinte pode ser tomada até 72 horas depois da relação

Verdade. Depois do incidente você tem, no máximo, três dias para checar se estava no período fértil ou não, buscar orientação e adquirir a pílula. São dois comprimidos: um a ser tomado de preferência nas primeiras 24 horas, quando sua eficácia é maior, seguido de outra dose após 12 horas.

a pílula funciona como um abortivo

Mito. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozóide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado.
Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.

preciso de receita médica para comprar a pílula

Verdade. Embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.

ela pode causar efeitos colaterais

Verdade. O mais freqüente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarréia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjôos para tomar ao mesmo tempo.

não há contra-indicação

Mito. A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.

se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito

Mito. Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.

posso trocar a camisinha pela pílula

Mito. Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara (custa em média 16 reais), o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.
Janeiro, 2006.
Copyright © 2009 Editora Abril S.A.Todos os direitos reservados. All rights reserved

Você já conhece tudo sobre contracepção?

Pílula

O que é?
É um medicamento que contém hormônios (estrogênio e progesterona) semelhantes aos produzidos pelo corpo.

Como funciona?
-Impede a ovulação e deixa a parede do útero mais fina, assim caso algum óvulo seja fertilizado, não consegue se fixar.
-Aumenta a espessura do muco cervical do colo do útero, dificultando a entrada dos espermatozóides no útero.
-Precisa ser tomada diariamente para ser eficaz. O esquecimento de um comprimido pode levar a falha do método, ocasionando gravidez.

Eficácia: alta


Anel Vaginal

O que é?
É um anel de plástico, transparente e flexível que libera hormônios dentro da vagina.

Como funciona?
-Colocado no canal vaginal, os hormônios são liberados gradualmente pelo produto e absorvidos pela mucosa vaginal, inibindo a ovulação.
-Oferece proteção de um mês e deve ser trocado mensalmente, com pausa de 7 dias.

Eficácia: alta


*Por: J-C/2008 Marca Registrada Cód. 163718 - Folheto Método Contraceptivo - Março 2008.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Jairo Bouer - tira dúvidas

Fiz sexo com uma garota sem camisinha, mas ejaculei fora. Existe alguma chance dela engravidar?

Não é boa idéia fazer sexo sem camisinha tanto pelo risco das doenças sexualmente transmissíveis como da gravidez indesejada. O método do coito interrompido (não ejacular dentro da vagina) não é seguro porque, muitas vezes, o garoto pode perder o controle e acabar tirando o pênis tarde demais e, também, porque pode haver "escape" de espermatozóides, mesmo antes da ejaculação (lembre-se que esses eventuais espermatozóides podem trazer risco também). Protejam-se!


É verdade que uma menina virgem pode engravidar?

É bem raro que isso aconteça, já que para a gravidez se concretizar, normalmente o pênis do garoto deve estar dentro da vagina (o que, em geral, provoca o rompimento do hímen e a "perda" da virgindade, de acordo com o conceito mais popular). Mas, em teoria, duas situações podem fugir dessa regra. Na primeira, o garoto ejacula logo na entrada da vagina, sem ter introduzido seu pênis, o que pode fazer com que os espermatozóides sejam depositados na vagina, sem que o hímen tenha se rompido. Na outra situação, o pênis entra na vagina, mas a garota tem um hímen complacente (tipo de hímen mais resistente, que não se rompe facilmente com a penetração). Nesse caso, uma gravidez pode acontecer sem que o hímen tenha se rompido (embora haja que discuta se essa garota pode mesmo ainda ser considerada virgem, já que ela fez sexo com penetração).


Meu namorado não acredita que perdi a virgindade com ele, pois no dia que transamos pela primeira vez não sangrei e tive três orgasmos. É possível não sangrar e ter orgasmos na primeira vez?

Pode mostrar esta resposta para seu namorado! Algumas meninas não têm sangramento mesmo na primeira vez, ou porque o hímen não se rompe (hímen complacente), ou porque no local do rompimento não houve ruptura importante de vasos de sangue. E mais, se a garota estiver tranqüila e confiante em sua primeira vez, ela pode ter orgasmos sem problemas.

Veja mais tira-dúvidas no site: http://doutorjairo.uol.com.br/

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Deixe de fazer Gênero!



Video inspirado no Artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos,
abordando o tema da intersexualidade, especificamente as pessoas que nascem com a intersexualidade nos órgãos sexuais externos e são submetidas ainda na infância a um enquadramento nos papéis sociais de gênero dicotômico, que resumem a existência humana a somente reprodução da espécie. Da mesma forma que consideramos uma mutilação a retirada do clítoris em meninas de determinadas culturas africanas, a cirurgia feita nos intersexuais também é uma mutilação do corpo, ou seja, uma violação da igualdade de direitos.

sábado, 27 de junho de 2009

NIGS- oficina sobre AMOR com a turma 206

Oficina do NIGS-UFSC, no Laboratório de Biologia do IEE
No dia 24/06/09 os alunos da turma 206, da profa. Marinilde, participaram de uma oficina sobre AMOR. A atividade foi coordenada por integrantes da equipe de pós-graduação em antropologia social da UFSC.
(NIGS-UFSC)

NIGS-UFSC no Laboratório de Biologia do IEE



Equipe do Núcleo de Identidades e Subjetividades Estudos de Gênero (NIGS) - Laboratório de Antropologia Social - Programa de Pós Graduação em Antropologia Social -PPGAS-UFSC, durante oficina realizada com alunos do ensino médio, turma 206.

sábado, 20 de junho de 2009

Papo Sério 2009




















Nos dias 22, 25 e 26 deste mês o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC, vai oferecer oficinas aos alunos do segundo ano do ensino médio e da sétima série do fundamental no Laboratório de Biologia do IEE.

Maiores informações ramal - 1822