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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Coleta inteligente


Projeto da USP propõe gestão de material reciclável mais eficiente e participativa, com destaque para o conhecimento que catadores têm sobre o processo. Iniciativa é apoiada por cooperativa paulista de coletores e por pesquisadores dos Estados Unidos.


Catadores de material reciclável da Coopamare usam ‘software’ desenvolvido por pesquisadores do MIT para sistematizar e integrar processo de coleta seletiva no bairro de Pinheiros, na zona oeste do município de São Paulo. (foto: Senseable City Lab)
Com o crescimento econômico e o avanço tecnológico dos últimos anos, cresceu também a quantidade de lixo produzido nas cidades. Hoje o grande desafio é reaproveitar esses resíduos, a começar pela coleta seletiva – e pelo reconhecimento dos trabalhadores responsáveis por ela. Um projeto piloto da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com catadores do município e pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), dá os primeiros passos nessa direção.
Batizado Forager, o projeto conta com um GPS (sigla em inglês de sistema de posicionamento global) para mapear as rotas percorridas diariamente por catadores de uma cooperativa paulista. A ferramenta registra informações como os pontos de coleta e o tipo de material reciclável. Paralelamente, um sistema on-line permite que comunidade local e empresas estejam em contato com os coletores, ‘doando’ resíduos via celular ou site – cujo acesso está restrito ao grupo.
“Nós estamos usando tecnologia em tempo real para tornar a gestão de resíduos mais participativa e eficiente”“Nós estamos usando tecnologia em tempo real para tornar a gestão de resíduos mais participativa e eficiente. A ideia é ajudar, com tecnologias baratas, uma cooperativa de recicladores informais a documentar seus conhecimentos e melhorar suas operações”, avalia Dietmar Offenhuber, pesquisador do Senseable City Lab, do Departamento de Planejamento e Estudos Urbanos do MIT.

Suporte aos catadores

O pontapé inicial para o Forager foi dado pela professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Maria Cecília Loschiavo. Desde 2003, ela ministra a disciplina ‘Design para a sustentabilidade’, na qual se estuda desde o descarte até o manejo do lixo e se discute o papel dos catadores nesse processo que leva à reciclagem.
A iniciativa teve o apoio da cooperativa de catadores que atua na zona oeste do município paulista, a Coopamare, para a qual o Forager foi desenvolvido – e, mais recentemente, da equipe do MIT. Esse grupo de pesquisadores desenvolveu em 2009 um projeto ligado ao sensoriamento do lixo na cidade de Seattle, nos Estados Unidos. O objetivo era acompanhar o trajeto de 3 mil objetos descartados até seu destino final por meio de um sensor anexado a eles.


Offenhuber (no centro), Loshiavo (de óculos, à direita) e catadores na sede da Coopamare, cooperativa paulista. Projeto da USP defende que conhecimento de catadores sobre manejo do lixo poderá inspirar políticas públicas sustentáveis. (foto: Coopamare)
“O resultado dessa experiência nos surpreendeu muito e pensamos em transformá-la de alguma forma num sistema de reciclagem informal”, lembra Offenhuber. Estudando a nova lei brasileira sobre resíduos sólidos, o pesquisador observou que ela oferece uma série de incentivos para as cooperativas expandirem suas operações. Mas o maior desafio, que é organizar e formalizar suas atividades, ainda precisava ser superado.
“Nós descobrimos que documentar o processo de coleta e compartilhá-lo com a comunidade geraria dados valiosos – sobre rotas, materiais, tráfego – com o mínimo de esforço”, conta. “A ampliação dessa base de dados vai ajudar os coletores no treinamento de novos cooperados e também na gestão de suas operações, feitas por carrinho ou caminhão”, adianta.

Mais conhecimento para gestão sustentável

Para Loschiavo, os ganhos vão além. Ela defende que, mais do que sistematizar a coleta, o trunfo do projeto é estender o conhecimento que universidade e comunidade têm sobre resíduos e descarte do lixo nas cidades.
“Os dados que temos atualmente sobre produção e manejo de resíduos ainda são poucos e pouco consolidados”, pondera. “Esse trabalho conjunto poderá ajudar no desenho de políticas públicas para a gestão sustentável do lixo”, prevê a pesquisadora.
“Esse trabalho conjunto poderá ajudar no desenho de políticas públicas para a gestão sustentável do lixo”No final do ano passado, houve uma reunião na Coopamare para apresentar aos catadores os primeiros resultados do Forager em funcionamento. Pesquisadores da USP e do MIT mostraram a eles, em mapas, tudo o que vem sendo sistematizado para facilitar seu trabalho de coleta. “Nosso objetivo é que esses catadores possam se reconhecer nesse processo, que tenham seu trabalho valorizado e sejam respeitados enquanto cidadãos”, conclui Loschiavo.


Carolina Drago
Ciência Hoje On-line

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Lixo hospitalar americano é vendido em loja no Brasil

Uma loja em Santa Cruz do Capibaribe, a 205 km de Recife (PE), foi interditada pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) por vender lençóis utilizados em hospitais americanos. A venda no Brasil de resíduos hospitalares dos Estados Unidos foi revelada ontem pelo jornal Folha de S. Paulo.

Os lençóis, alguns com manchas, eram vendidos por quilo. Um deles trazia a inscrição Baltimore Washington Medical Center University of Mariland Medical System. Procurado, o centro disse que paga empresas para processar seu lixo e espera que elas sigam a legislação do setor.

Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Receita Federal apreenderam, em dois contêineres, 46 toneladas de lixo hospitalar trazidos por uma importadora de tecidos dos EUA. A apreensão ocorreu no Porto de Suape, litoral sul de Pernambuco.

Para o dia 22, a Anvisa e a Receita esperam a chegada de mais 14 contêineres, no mesmo porto. A expectativa é que haja, novamente, lixo hospitalar dos EUA.

Investigação. Ontem, a Anvisa informou que ainda sabe como o lixo hospitalar entrou no País e estava sendo vendido na cidade de Santa Cruz do Capibaribe. O órgão enviou mais um funcionário a Pernambuco para auxiliar nas investigações sobre o caso. No entendimento da Anvisa, a empresa importadora infringiu a Política Nacional de Resíduos, que proíbe que se traga lixo de outros países para o Brasil.

A fiscalização dos contêineres que entram no Brasil é feita por amostragem pela Receita. Para não inviabilizar o comércio exterior, o órgão olha apenas uma parte dos produtos que chegam, seguindo critérios como o tipo e origem, entre outros.

Segundo o inspetor-chefe da Receita Federal em Suape, Carlos Eduardo Oliveira, a encomenda foi enviada em nome da Indústria Têxtil Na Intimidade. Se condenada, a pessoa responsável pode pegar de um a quatro anos de reclusão e ter de pagar multa de até 2 milhões. / FABIO GRANER E MONICA BERNARDES, ESPECIAL PARA O ESTADO
http://estadao.br.msn.com/

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A História dos Eletrônicos



A História dos Eletrônicos explora o efeito colateral da revolução de alta tecnologia - 25 milhões de e-lixo e contando, trabalhadores envenenados e um público segurando a conta. Acompanhe a trajetória desde as minas e fábricas onde nossas bugigangas têm início até as terríveis lojas de reciclados de fundo de quintal da China, onde muitas acabam. O filme termina com um apelo por uma "corrida verde até o topo", onde projetistas competem para fazer produtos duradouros, livres de tóxicos e que são completa e facilmente recicláveis.   (vídeo legendado)

terça-feira, 1 de março de 2011

Noronha sofre com lixo fora de controle

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A caminho da paradisíaca praia da Cacimba do Padre, uma das preferidas dos surfistas em Fernando de Noronha, o cheiro de lixo chega às narinas dos visitantes.

O motivo pode ser visto de cima, já na chegada ao arquipélago: os dejetos se acumulam em um terreno próximo, entre a praia e o aeroporto.

Adriano Vizoni/Folhapress
Lixão localizado perto da praia da Cacimba do Padre; ali, material orgânico fica separado  
Lixão localizado perto da praia da Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha; ali, material orgânico fica separado   

Conhecido simplesmente como "lixão" entre os moradores, o local é, oficialmente, uma usina de compostagem- processo que transforma resíduos orgânicos, como restos de comida, em adubo.

Na prática, porém, as imediações da usina funcionam como um grande depósito de lixo a céu aberto.

Isso acontece porque a quantidade de dejetos produzida no arquipélago é muito maior do que a capacidade de lidar com ele.

Por dia, na baixa temporada, são pelo menos 8,8 toneladas de resíduos. No período com mais turistas, o número chega a 10 toneladas.

A maior parte desse lixo (63%) -especialmente plástico, papelão, alumínio e alguns resíduos orgânicos- deveria ser mandada de volta para o continente, o que acaba não acontecendo.

No melhor dos cenários, o navio que faz o transporte consegue levar 95 toneladas a cada 20 dias. Ou seja: sobram pelo menos 15 toneladas de lixo por viagem.

Sem ter como sair da ilha, o excedente, que chega a 31 toneladas na alta temporada, acaba acumulado na área externa ao lado da usina.

Embora os resíduos estejam separados por tipo e acondicionados em grandes sacos especiais, ainda se configura um lixão, na opinião de Eglê Teixeira, do Departamento de Saneamento e Ambiente da Unicamp.

LIXÃO MODERNO
 
"A diferença é que é um lixão mais moderno, com tudo empacotado. Mas ele ainda oferece riscos, como a proliferação de ratos, sem contar uma possível contaminação do solo", afirma ela.

A administração do arquipélago, que é feita pelo governo de Pernambuco, informou que prepara um plano de gerenciamento de resíduos sólidos, com consultas à comunidade.

Ele deve ficar pronto até junho deste ano e, com base nele, serão instituídas "outras práticas sustentáveis" para lidar com o problema.

O lixo orgânico também atrai muitas garças. "Como o local é muito próximo do aeroporto, há risco de acidentes aéreos", diz Teixeira.

Embora menos grave, há outro problema com o processo de compostagem ali: o risco de contaminação.

Como o adubo costuma ser usado em hortas e plantações para consumo humano, é preciso haver um controle rígido sobre a qualidade dos resíduos que vão formá-lo.

Não existe coleta seletiva em Fernando de Noronha. O lixo chega todo misturado e é separado por funcionários da usina. Com isso, aumentam as chances de que restos de comida, muito usados na compostagem, possam ter entrado em contato com substâncias tóxicas, como as de pilhas e baterias.

"Qualquer contaminação desse tipo no adubo usado para o consumo humano oferece graves riscos à saúde", afirma a pesquisadora.

A administração da ilha diz que há seleção criteriosa do material usado na compostagem e que a coleta seletiva deve ser implantada na ilha até julho deste ano.
SURFE
As águas de Fernando de Noronha são ideais para a prática de vários esportes. No entanto, por causa das dificuldades estruturais e, principalmente, ambientais, há um controle rígido sobre o que é autorizado na ilha.

Atualmente, há dois eventos de grande porte: a Regata Internacional de Pernambuco e o campeonato de surfe Hang Loose Pro Contest.

Noronha recebeu mais de uma centena de surfistas entre os dias 15 e 20 deste mês para a chamada etapa WQS, divisão de acesso à elite mundial do surfe.

O campeonato acontece bem no período em que as tartarugas marinhas, ameaçadas de extinção, sobem as areias para botar seus ovos.

Como os bichos preferem fazer isso à noite, as provas precisavam acabar até as 18h
Além disso, a estrutura que ficava na areia, como palanques e caixas de som, precisou ser bem mais alta do que o habitual para permitir que as tartarugas transitassem livremente.


Adriano Vizoni/Folhapress
Tartaruga-marinha na praia do Sueste, no arquipélago de Fernando de Noronha; campeonato de surfe na ilha coincide com época da postura de ovos
Tartaruga-marinha de Fernando de Noronha; campeonato de surfe coincide com época da postura de ovos

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Arte e vida que emergem do lixo Documentário “Lixo Extraordinário” mostra como catadores transformam seu trabalho em obra de arte

 
No cartaz do filme, a imagem feita com material reciclado coletado pelo próprio Sebastião Carlos dos Santos, o Tião, que trabalha no lixão desde os 11 anos de idade
 (Foto: Vik Muniz)
Com a ideia inicial de fotografar e pintar catadores de lixo, Muniz viu que algo muito maior poderia surgir após suas primeiras entrevistas e experiências em Gramacho. “A beleza do lixo está em ele ser tão negativo. É algo que descartamos, não utilizamos mais e não queremos mais ver por perto. No entanto, o interessante de se trabalhar artisticamente com os resíduos é que eles passam a ser vistos novamente, sendo que com bons olhos”, explica o artista.

Sob esta perspectiva, Muniz decidiu dar um novo papel aos catadores. Foi assim que eles tiveram a chance de também serem artistas e puderam confeccionara suas próprias imagens, feitas com o lixo que retiravam de Gramacho. Ao fim, o trabalho foi fotografado pelo artista e leiloados na Inglaterra. Toda a renda do leilão foi revertida para a Associação de Catadores do Jardim Gramacho, que agora investe em novas tecnologias para ampliar a reciclagem dos resíduos que chegam ao lixão. “O que eu mais queria era mudar a vida de um grupo de pessoas, justamente com o mesmo material que eles manuseiam diariamente, o lixo”, afirmou Muniz.
Previsto para ser inativado em 2012, o Jardim Gramacho funciona há 30 anos. Nas favelas ao seu redor, é possível encontrar os catadores que trabalham diariamente para desenterrar materiais reciclados
(Foto: Vik Muniz/Divulgação)
O principal objetivo do artista e dos diretores do filme foi retratar a vida dos catadores e mostrar como a arte pôde mudar a realidade em que vivem. Para o representante da Associação de Catadores do Aterro de Gramacho, Sebastião Carlos dos Santos, o Tião, fazer parte do filme lhe redeu novas ideias e oportunidades: “O documentário abre portas para políticas públicas de incentivo à reciclagem. O Brasil tem, e muita, mão de obra capacitada para reciclar o lixo, mas faltam muitos incentivos a nível municipal. No filme, o trabalho dos catadores é valorizado e isso muda pontos de vista sociais, políticos e econômicos”, conta Tião, um dos principais personagens do documentário.


 A partir da fotografia, Vik Muniz orientou os catadores a reproduzirem suas próprias imagens. O resultado foi a leilão na Inglaterra, e todo o dinheiro arrecadado foi destinado à Associação de catadores
(Fotos: Vik Muniz/Divulgação)
No Jardim Gramacho, estima-se que cerca de 15 mil pessoas vivem e sobrevivem do lixo. Hoje, cerca de três mil pessoas trabalham diretamente no aterro, e removem, todos os dias, cerca de 200 toneladas de material reciclável. Segundo o sociólogo Jorge Pinheiro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), o lixão já não polui apenas o solo ou o ar após 30 anos recebendo oito toneladas de resíduos diariamente. A ameaça agora se expande para a Bahia de Guanabara: “A melhor imagem que se pode usar para descrever o que pode acontecer com o aterro é a de uma grande montanha de lixo sobre uma base gelatinosa – já que o solo é argiloso no local que outrora era mangue - que a qualquer momento pode desandar para dentro da Baia de Guanabara”, afirma Pinheiro, colaborador do site Lixo.com.br.

Até agora, o filme já contabilizou 23 prêmios ao redor do mundo. Esta semana, ele entrou para a cobiçada lista dos indicados ao o Oscar, o prêmio máximo do cinema mundial. A expectativa é que o documentário gere ainda mais oportunidades para os catadores de Gramacho.
Juliana Marques

domingo, 26 de dezembro de 2010

Companhia constrói casas utilizando cerca de 18 toneladas de plásticos reciclados

A construtora Affresol deu um grande passo a favor da sustentabilidade e desenvolveu o Thermo Poly Rock (TPR), material de construção com baixa emissão de carbono, composto de plástico e outros materiais. De acordo com ela, o TPR é mais resistente que o concreto e apresenta diversas vantagens, como maior durabilidade, leveza e impermeabilidade, além de possuir isolamento térmico e não ser inflamável.
"Nossa equipe administrativa e nossos parceiros de negócios acreditam que existe um tremendo potencial para esse novo produto, particularmente com o crescente foco na redução de carbono, casas com baixo consumo de energia e sustentabilidade", contou Ian McPherson, Diretor Administrativo da Affresol, para o site Business Wire.
As casas construídas com o material utilizam cerca de 18 toneladas de plástico reciclado e podem ser 12% mais baratas do que as convencionais. Além disso, ela pode ser erguida em quatro dias.
"Todo país do mundo tem os seus problemas com o lixo e agora nós temos a oportunidade de tornar os resíduos em uma fonte de habitação permanente que é 100% reciclável", disse McPherson para o BBC News.
A empresa prevê que estará construindo 3.000 casas por ano em seu terceiro ano de utilização, o equivalente à reciclagem de 40 mil toneladas de plástico.
Portal EcoD
http://verde.br.msn.com 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Vídeo-documentário: "O lixo depois do Lixeiro"



Vídeo-reportagem produzido pelos alunos Felipe Chaves, Luan Ardigo e Vivian Lirya, turma 203, 2a. série do ensino médio. Os alunos foram orientados pela professora Marinilde Tadeu Karat , durante o desenvolvimento do Projeto Interdisciplinar "Resíduos Sólidos e Cotidiano". Este projeto envolveu as disciplinas de Biologia, Geografia, Física, Química e Português do Instituto Estadual de Educação, no ano de 2010, em Florianópolis, Santa Catarina. Os alunos das turmas 203, 204, 205 e 206 foram desafiados a produzirem vídeo-documentário, vídeo-reportagem, telejornal, clip, paródia musical, como forma de reflexão sobre a questão dos Resíduos Sólidos. O vídeo é um documentário da visita da turma 203 ao "Museu do Lixo", no Itacorubi, da Prefeitura Municipal de Florianópolis, na qual os estudantes conheceram um pouco mais sobre o destino e tratamento dado aos resíduos sólidos.
Confira o roteiro de vídeo produzido pelos estudantes Felipe e Luan:

O Lixo depois do Lixeiro

Cena 1 Áudio
Introdução Litlle Boxes – The
Shins

Cena 2 Áudio
Introdução Litlle Boxes –
The
Shins
Narração
off

Cena 3 Áudio
Caminhão chegando à Comcap Litlle Boxes – The Shins
Narração off

Cena 4 Áudio
Rebobinar últimas cenas Áudio do vídeo

Cena 5 Áudio
Instrutor falando, história do lixo. Áudio do vídeo

Cena
6
Cena 3 novamente e acelerado após dizer: - A gente já viu essa parte

Áudio

Áudio do vídeo

Narração off

Cena 7
Áudio
Trilha para compostagem (Plaquinha) Áudio do vídeo

Narração off

Cena 8 Áudio
Caminhando na Trilha Áudio do vídeo

Cena 9 Áudio
Instrutor falando da compostagem Áudio do vídeo

Cena 10 Áudio
2ª Parte explicação da compostagem Áudio do vídeo

Cena 11 Áudio
Comparação tamanha em câmera lenta Música do Titanic

Cena 12

Áudio
Instrutor falando dos galões azuis e da água da chuva.
Áudio do vídeo

Cena 13

Áudio
Separação do lixo. No caminhão Áudio
do vídeo

Cena14

Áudio
Falando sobre os pneus e óleos

Áudio do vídeo

Cena 15

Áudio
Instrutor falando do lixo eletrônico e hospitalar
Áudio do vídeo

Cena 18
Cena dos separadores e transição para explicação do Instrutor sobre
eles

Áudio

Áudio do vídeo

Cena 19

Áudio
Museu do Lixo HoldinBack
– Acid Jazz Vol1

Cena 20

Áudio
Juramento

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Paródia sobre Lixo Eletrônico



Paródia sobre "Lixo eletrônico" produzida por alunos da 2a. série do ensino médio, do Instituto Estadual de Educação, Florianópolis, Santa Catarina, com a orientação da professora de biologia Marinilde Tadeu Karat. Este trabalho é parte integrante do Projeto interdisciplinar "Resíduos Sólidos e Cotidiano", desenvolvido nas disciplinas de biologia, física, geografia, química e português, durante o ano de 2010. No total foram mais de 100 paródias diferentes produzidas pelas turmas 203, 204, 205 e 206.

Paródia da música "Outra noite que se vai" - Armandinho"
Turma: 203 Alunos: Alif Rafael, Amanda Soares, Johnathan
Teixeira, Mariana Cardoso, Sabrina
Martins, Thamires Costa e Yven Ketherine.

"E outro celular que se vai
E os catadores vão atrás
Quanto tempo já passou
E a poluição continuou

Quanto lixo a gente faz
Depois quer voltar atrás

Outra vez que você
Passa e finge que nem vê
Já troquei de computador
E essa vai apodrecer

Quanto lixo a gente faz
Depois quer voltar atrás

Então, vamos fazer alguma coisa
Vamos dar uma reciclada
Não da mais pra perder tempo
Pra sempre ou só por um momento
Vamos nos conscientizar
E tirar o lixo da sua casa

Pergunta pra mim que eu sei
Se continuar assim não vamos bem
Vamos dar uma volta por aí
E transformar o mal em bem

Quanto lixo a gente faz
Depois quer voltar atrás

Então, vamos fazer alguma coisa
Vamos dar uma reciclada
Não da mais pra perder tempo
Pra sempre ou só por um momento
Vamos nos conscientizar
E tirar o lixo da sua casa"

domingo, 19 de setembro de 2010

Mostra Regional de Ciências e Tecnologia no Instituto Estadual de Educação

Estudantes das turmas 203, 204 e 206 mostram seus trabalhos em Robótica, utilizando lixo eletrônico. O trabalho foi desenvolvido nas aulas de física e orientado pelo professor Ricardo Rebonatto. Os trabalhos dos estudantes estão competindo na Mostra Regional de Ciências e Tecnologia. A questão do lixo eletrônico é um dos assuntos trabalhados no Projeto Interdisciplinar Resíduos Sólidos e Cotidiano, no Instituto Estadual de Educação.

sábado, 26 de junho de 2010

Celulares: reciclagem

A Revista Nova Escola produziu uma animação bem bacana voltada para o público jovem alertando sobre o consumo exagerado de celulares. Ao clicar no celular, este se "desmonta" em seus principais componentes. A partir daí é só explorar: ao clicar na bateria ou na tela LCD, por exemplo, informações como reciclagem adequada, reciclagem inadequada, composição, origem das principais substâncias e o que acontece se for parar no lixo doméstico são explicadas de forma simples e acessível. Ótima iniciativa!


http://www.lixoeletronico.org

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Lixo Doméstico

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.


Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

DESTINO
PAPEL
PLÁSTICO
VIDROS
METAIS
COLETA SELETIVA
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira) garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira) latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres
LIXO COMUM
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos) espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos

Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

Outros locais que recebem lixo reciclável em algumas capitais brasileiras

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.


Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

DESTINO
PAPEL
PLÁSTICO
VIDROS
METAIS
COLETA SELETIVA
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira) garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira) latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres
LIXO COMUM
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos) espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos

Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.