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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Experiências Científicas Ciep Barão de Itararé: Aquecimento Global - Projeto Meio ambiente

Encontrei o blog de uma professora do Rio de Janeiro que compartilha muitos experimentos para o ensino-aprendizagem de ciências, no curso fundamental. O blog da professora Aline ganhou o segundo lugar no Troféu Rioeduca, na categoria "Blog de Rioeducadores".
O experimento sobre aquecimento global também pode ser realizado com alunos do ensino médio, é bastante interessante e pode ser conferido no link abaixo:
http://experienciascientificasbarao.blogspot.com/2011/08/aquecimento-global-projeto-meio.html?spref=bl#%7B%22color%22%3A%22%23d2d2d2%22%2C%22backgroundColor%22%3A%22%23606060%22%2C%22unvisitedLinkColor%22%3A%22%23ffb420%22%2C%22fontFamily%22%3A%22Arial%2C%20Tahoma%2C%20Helvetica%2C%20FreeSans%2C%20sans-serif%22%7D
Experiências Científicas Ciep Barão de Itararé: Aquecimento Global - Projeto Meio ambiente: Para realizar este experimento precisaremos de: água;
gelo;
prato;
copo;
lanterna com lâmpada amarela.
O aquecimento global é ...

Mais informações no site da Revista Ciência Hoje:
http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2011/09/portfolios-digitais/view

quarta-feira, 13 de abril de 2011

V Encontro Regional Sul de Ensino de Biologia (EREBIO-SUL) - Desafios da Ciência Entremeando Culturas


O evento em V EREBIO (Encontro Regional de Ensino de Biologia) promovido pela SBenBio (Sociedade Brasileira de Ensino de Biologia – Regional Sul)  e IV Simpósio Latino Americano e Caribenho de Educação em Ciências promovido pelo ICASE (International Council of Associations for Science Education),  congregará pesquisadores e profissionais da educação científica e educação em ciências da região sul e demais do Brasil, bem como pesquisadores de procedência ibero-americana e caribenha,  nos dias 18 a 21 de setembro de  2011, na UEL, em Londrina, no Paraná, e terá como tema “Os Desafios da Ciência Entremeando Culturas”.
Organizado e promovido pelo Departamento de Biologia Geral e pelo Programa de Mestrado e Doutorado de Educação em Ciências e Matemática da UEL, tanto o EREBIO  na sua quinta edição, como  Simpósio Latino Americano e Caribenho de Educação em Ciências, na sua quarta edição passam  a ser referência na divulgação de resultados de pesquisas em educação em ciências. Os eventos já se tornaram referência nacional e internacional para divulgação de resultados de pesquisas desenvolvidas nos Programas de Pós-Graduação em Educação em Ciências. São esperados mais de 500 participantes que irão se reunir com o objetivo de debater o tema “Os Desafios da Ciência Entremeando Culturas”.
Durante o evento, estudantes e docentes de programas do Ensino Básico, da graduação pós-graduação reunir-se-ão com pesquisadores das áreas da Educação Científica e das Ciências para promover discussões sobre temas importantes para a área, além de reflexões a respeito da produção científica dos Programas de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências da região sul do país.
Informações sobre a programação e inscrições estão disponíveis no site.
http://www.verebiolondrina.com.br  

www.sbenbio3.ufsc.br
 

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A Poesia na Aula de Ciências

Existem relações profundas entre Ciência, Cultura e Arte. No entanto, a discussão integrada dessas dimensões raramente se realiza nas salas de aula. Numa tentativa de motivar esse diálogo, propomos a exploração, em sala, de poemas referentes à Ciência, de forma interligada e em interação com outras disciplinas.
Como um primeiro exemplo de tópico a ser trabalhado, podemos citar a ‘Máquina do Mundo’. Muitos temas relacionados à Astronomia e à visão geocêntrica do século XVI são encontrados na poesia de Camões. Outros poetas da língua portuguesa, como Carlos Drummond de Andrade e Haroldo de Campos, também abordaram esses temas. Reproduzimos abaixo um texto de Rómulo de Carvalho, físico, poeta e divulgador da Ciência que escrevia sob o pseudônimo de Antonio Gedeão.
A Máquina do Mundo
Antonio Gedeão
O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.
A evolução no tempo também permeia o pensamento de artistas e cientistas. Em quase todos os ramos da Ciência, esse conceito é fundamental no entendimento de fenômenos naturais. E na literatura poética universal, o tempo é um dos temas mais recorrentes, pela vinculação óbvia com a vida e a morte. Aqui, um exemplo tirado da obra de Murilo Mendes.
Estudo para um Caos
Murilo Mendes
O último anjo derramou seu cálice no ar.
Os sonhos caem na cabeça do homem,
As crianças são expelidas do ventre materno,
As estrelas se despregam do firmamento,
Uma tocha enorme pega fogo no fogo,
A água dos rios e dos mares jorra cadáveres.
Os vulcões vomitam cometas em furor
E as mil pernas da Grande dançarina
Fazem cair sobre a terra uma chuva de lodo.
Rachou-se o teto do céu em quatro partes:
Instintivamente eu me agarro ao abismo.
Procurei meu rosto, não o achei.
Depois a treva foi ajuntada à própria treva.
Alguns temas presentes nas obras de escritores contemporâneos são inspirados na Física Moderna. As idéias surgidas no início do Século XX, como as da Física Quântica, levaram a uma profunda revolução na Física. A letra de Gilberto Gil reproduzida abaixo é um exemplo do reflexo dessa revolução na cultura popular.
Quanta
Gilberto Gil
Quanta do latim
Plural de quantum
Quando quase não há
Quantidade que se medir
Qualidade que se expressar
Fragmento infinitésimo
Quase que apenas mental
Quantum granulado no mel
Quantum ondulado do sal.
Mel de urânio, sal de rádio
Qualquer coisa quase ideal
Cântico dos cânticos
Quântico dos quânticos
Canto de louvor
De amor ao vento
Vento arte do ar
Balançando o corpo da flor
Levando o veleiro pro mar
De pensamento em chamas
Inspiração
Arte de criar o saber
Arte, descoberta, invenção
Teoria em grego quer dizer
O ser em contemplação
Cântico dos cânticos
Quântico dos quânticos
Sei que a arte é irmão da ciência
Ambas filhas de um Deus fugaz
Que faz num momento e no mesmo momento desfaz.
Na versão integral deste texto, “Poesia na Aula de Ciências?”, Física na Escola, v.3, n.1, Ildeu de Castro Moreira, da UFRJ, cita e comenta diferentes exemplos desses temas e de outros: Os astros; A matéria, A bomba atômica; Caos e fractais; Vida, pensamento e complexidade e Ciência em si.
fonte: http://pion.sbfisica.org.b

É uma bela inspiração para aulas e projetos interdisciplinares envolvendo física, matemática, literatura e história!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Conferência de Educação quer 20 alunos por sala de aula no ensino fundamental

Representantes da sociedade civil decidiram, nesta quarta-feira (31), na Conae (Conferência Nacional de Educação), que o número de alunos por sala de aula deve diminuir. Foi aprovada uma proposta para que todas as turmas tenham cinco estudantes a menos do que o indicado atualmente.

Pelo texto da Conae, as turmas da pré-escola devem diminuir de 20 para 15 alunos; as do ensino fundamental, de 25 para 20; as de ensino médio, de 30 para 25; e, finalmente, as de ensino superior, de 35, para 30.
Número de alunos por sala de aula
NÍVEL DE ENSINO       COMO ESTÁ           COMO DEVE FICAR
Pré-escola                      20                                  15
Ensino fundamental         25                                  20
Ensino médio                  30                                  25
Ensino superior               35                                  30

Vale lembrar que estes números são indicativos, mas há muitas escolas que não os colocam em prática.

Outra reivindicação dos representantes é que a formação de professores seja feita presencialmente – diminuindo a oferta de cursos a distância para graduações de docentes.
Financiamento

As plenárias da Conae decidiram pedir que o valor aplicado em educação seja de 7% do PIB (Produto Interno Bruto), em 2011, chegando a 10% do PIB em 2014. A criação do CAQ (Custo Aluno-Qualidade), que estabelece o valor mínimo a ser investido anualmente por aluno, também foi aprovada.

Parte deste financiamento deve ser investida nos salários dos professores. A categoria conseguiu aprovar que a correção do piso do magistério seja feita pelos índices do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
O que já foi aprovado

Segundo o secretário executivo adjunto do MEC (Ministério da Educação), Francisco das Chagas, que coordena a Conae, 90% dos textos em debate já foram aprovados, com acréscimo ou redução. Mas todos os pontos podem ser debatidos novamente, caso representantes considerem necessário.

Nesta quinta (1º), último dia da Conae, a polêmica deve ficar em torno da votação sobre as cotas. Já foi aprovada a reserva de 50% das vagas das universidades para estudantes egressos da rede pública. O que falta ser decidido é se haverá ou não recorte racial.

A Conae pretende formular as diretrizes para a política educacional do país. O texto final serve como um indicador dos anseios da sociedade no setor da educação. Ele não terá poder de norma, mas deve funcionar como instrumento de pressão política.

Antes da conferência foram realizadas reuniões em estados e municípios com mais de 400.000 participantes ao todo, diz Chagas. O custo final estimado nos dois anos é de R$ 25 milhões a R$ 28 milhões.
Simone Harnik
Em Brasília
Fonte: UOL Educação

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Por que as conchas reproduzem o som do mar?

Você deve ter segurado uma concha perto da sua orelha quando era pequeno. As melhores conchas para produzir esse som são as conchas grandes e em espiral.

Por que as conchas fazem barulho de mar?
iStockphoto
Por que as conchas fazem barulho de mar?

Algumas pessoas sugeriram que o som que você ouve da concha é o eco do seu sangue correndo através dos seus vasos da sua orelha. Isso não é verdade. Se fosse verdade, o som seria intensificado após exercícios físicos, já que seu sangue corre mais rapidamente após exercícios. Entretanto, o som permanece o mesmo após exercícios físicos.

Outros dizem que o som de ondas dentro da concha é gerado pela passagem de ar através da concha (o ar fluindo através da concha e fora dela gera um ruído). Você vai notar que o som é mais alto quando você posiciona a concha ligeiramente mais acima da orelha do que quando ela está bem na altura da orelha. Entretanto, essa teoria não é confirmada em uma sala a prova de som. Numa sala destas, ainda existe ar, mas quando você segura a concha perto da sua orelha, não há som.

A explicação mais aceitável para esse som parecido com o de ondas é o ruído do ambiente a sua volta. A concha que você está segurando ligeiramente acima da sua orelha captura esse ruído, que ressoa dentro da concha. O tamanho e forma da concha, portanto, têm algum efeito no som que você ouve. Conchas de outras formas têm sons diferentes porque elas acentuam diferentes frequências. Você nem precisa da concha para ouvir o ruído. Você pode produzir o mesmo som "do mar" usando uma xícara vazia posicionando-a sobre sua orelha. Experimente e varie a distância que você posiciona a xícara perto da sua orelha. O nível do som vai variar dependendo do ângulo e distância que a xícara está da sua orelha.

O ruído de fora da concha também pode alterar a intensidade do som que você ouve dentro. Você pode encarar a concha como sendo uma câmara ressonante. Quando o som de fora entra na concha, ele se envolve no espaço, criando assim um ruído audível. Então, quanto mais ruidoso for o ambiente em que você estiver, mais alto o som parecido com o mar.

Veja abaixo mais links interessantes.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Saiba como identificar uma boa escola pública


Computador em sala de aula auxilia professora da escola pública Antônio Prado Júnior, do Rio de Janeiro, a ensinar biologia para alunos do ensino médio (17.abr.2009 - Paula Huven/Folha Imagem)

"O mito que tem de ser derrubado no Brasil é que a boa escola é a mais cara. Isso não é verdade", afirma o professor Cristiano Muniz, da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).
Segundo o docente, os pais deviam procurar a escola do mesmo modo que procuram médico: "Quando a família busca alguém para uma consulta, não vai direto ao hospital. Procura um médico de confiança. O bom professor deve ser procurado, seja na escola pública, seja na particular", diz.
A professora da Faculdade de Educação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Maria Del Cioppo Elias, avalia que a classe média tem medo da escola pública, porque ouve falar muito mal. "As famílias só procuram como opção quando sabem que não vão conseguir manter o filho em uma escola particular", aponta.

A escola pública é uma opção?

Segundo a secretária da Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Maria do Pilar, responsável pelo ensino que vai da pré-escola até a conclusão do médio, a escola pública deve ser "sempre" uma opção.

"Quanto mais a classe média voltar para a escola pública, mais ela vai ganhar em democracia. E isso vai qualificar a escola", diz.

Quando a escola pública é boa?

Há algumas pistas que indicam se a instituição é boa ou ruim. Em primeiro lugar, a visita à instituição de ensino, a observação das condições físicas, do mobiliário e as impressões gerais do corpo docente são fundamentais.

Se a escola não agradou porque parece suja ou porque os frequentadores reclamam de docentes que faltam demais, por exemplo, você tem bons motivos para fugir dessa instituição.

Depois do olhar individual, há dois indicadores para consulta: o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e a nota no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

O Ideb é um indicador elaborado a partir das notas da Prova Brasil e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).


Já a nota do Enem só vale para o ensino médio e serve como parâmetro para comparação das instituições, lembrando que nem todos os alunos fazem o exame.


A escola pública exige investimento da família

Se você acha que a escola pública é mais democrática porque tem diversos perfis de alunos ou se a escolheu porque é gratuita, tenha atenção: a escolha exige um investimento de energia.

Segundo o consultor Luiz Jurandir Simões, da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), a matrícula de um estudante na escola pública tem "gastos sociais associados".

De acordo com Simões, o pai tem de se preocupar com a segurança do filho, com o transporte, com atividades culturais extras para compensar eventuais falhas no ensino. Além disso, a família precisa estar presente na escola, para cobrar aumento da qualidade - o que seria ideal também para as escolas particulares, mas muitas vezes acaba não acontecendo.

Perguntas Essenciais
Qual é a linha pedagógica da escola?
Conheça como funcionam as escolas comportamentalista, construtivista, freiriana, montessoriana, tradicional, Waldorf e a tendência democrática
O que perguntar na conversa com o coordenador pedagógico?
Nessa maratona, a conversa com a coordenação da escola candidata é etapa essencial; confira quatro perguntas para fazer a esses profissionais
Posso confiar em uma escola que não deixa os pais entrarem?
Um restaurante que não permite a visita do cliente à cozinha transmite insegurança. Pois bem, o mesmo princípio deve ser usado na escolha da escola
Visita à escola: os alunos fazem barulho?
"Não é natural uma sala de aula silenciosa, porque a produção do conhecimento
gera barulho", diz professor da Faculdade de Educação da UnB
Educação infantil: qual é a importância das brincadeiras?
Para uma criança de até cinco anos, o importante é ter estímulo para brincar, aprender a conviver com os coleguinhas e ter a segurança física garantida
Educação infantil: de quantos alunos cada professor tem de cuidar?
Segundo recomendações do MEC, é preciso haver, no mínimo, uma professora para cada agrupamento de 6 a 8 crianças de 0 a 2 anos; veja outras recomendações
1º ano: o que você quer para a educação do seu filho?
Para professora da Faculdade de Educação da PUC-SP, a boa escola para o início do ensino fundamental é aquela que "balanceia o conteúdo e o faz de conta"
5º ano: Como o seu filho aprende? De que matérias gosta?
Ao mudar de escola, pré-adolescentes e adolescentes já têm uma vivência a ser considerada; os pais devem considerá-la na escolha da escola
Ensino médio: o que seu filho acha da escola "nova"?
Além de levar em conta a qualidade da escola, é importante visitar os colégios junto dos filhos e, de preferência, durante o horário das aulas
Fundamental e médio: sabe como acompanhar a rotina escolar do seu filho?
Cultivar o hábito da leitura, conversar com os professores e acompanhar as lições de casa são algumas das recomendações feitas pelo MEC; confira outras
Educação UOL

domingo, 9 de agosto de 2009

Escolas serão obrigadas a informar aos pais a frequência dos alunos nas aulas


Decisão também determina que rendimento seja divulgado. Alteração na lei foi publicada no Diário Oficial da União.

As escolas de todo o país serão obrigadas, a partir desta sexta-feira (7), a informar pai e mãe sobre a frequência e o rendimento dos alunos, além de apresentar a eles a proposta pedagógica da escola.

A medida publicada no Diário Oficial da União acrescenta um parágrafo ao Artigo 12 da Lei nº 9.394, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. As informações são da Agência Brasil

De acordo com o Artigo 12, os estabelecimentos de ensino têm a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica, assegurar o cumprimento dos dias letivos e carga horária estabelecidos, velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada professor, prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento, e articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Temas sociais e meio ambiente viram assuntos obrigatórios

Escolas públicas

Escolas públicas de todo o Brasil serão obrigadas a incluir em seu currículo matérias de cunho social e voltadas para a preservação do meio ambiente. A determinação, válida para unidades de ensino fundamental e médio, deve entrar em vigor a partir deste semestre e criar disciplinas como ecologia, educação para o trânsito, sexualidade, prevenção de doenças transmissíveis, direito do consumidor e noções sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A nova regra foi sancionada esta semana, pela presidência da República, e faz parte da criação da Semana de Educação para a Vida nas escolas públicas. Segundo a Lei 11.988/2009, as secretarias de estado de educação devem garantir que os temas sejam abordados sob a forma de seminários, palestras, exposições e filmes durante todo o ano letivo e depois explorados em atividades da Semana de Educação para a Vida. O evento, que deve fazer parte do calendário escolar anual, também deve ser aberto aos pais de alunos e à comunidade em geral.

Ainda caberá às secretarias estaduais garantir que os profissionais convidados para transmitir conhecimentos relativos a matérias que não fazem parte do currículo obrigatório sejam capacitados e com nível de conhecimento comprovado sobre os assuntos a serem abordados.



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Suco que muda de cor - Ciência Hoje das Crianças

Você vai precisar de:
- Repolho roxo
- Liquidificador
- Coador
- Colher
- Água
- Cinco copos transparentes
- Limão
- Vinagre
- Bicarbonato de sódio (à venda em farmácias)
- Sabão em pó
Modo de fazer1. Com a ajuda de um adulto, coloque, no liquidificador, uma folha de repolho, um litro de água e bata bem.2. Coe o suco e o divida entre os copos.3. Não faça nada com o primeiro copo. No segundo, esprema o limão e pingue algumas gotas até notar alguma diferença. No terceiro, acrescente sabão em pó; no quarto, vinagre; no quinto, bicarbonato de sódio. Sempre mexa com uma colher.

O que aconteceu?
Com a adição do limão e do vinagre, o suco de repolho, que era roxo, ficou rosa. Com o sabão em pó ou o bicarbonato de sódio, no entanto, ele ficou esverdeado.

Por quê?Muitas plantas, como o repolho roxo, possuem substâncias que têm cor. Elas, porém, mudam sua coloração ao entrarem em contato com substâncias que são ácidas ou, ao contrário, básicas. O suco de limão e o vinagre, por exemplo, contêm ácidos: o primeiro o ácido cítrico e o ácido ascórbico (vitamina C), enquanto o segundo, ácido acético (vinagre). Os produtos de limpeza, como o sabão em pó e o bicarbonato, por sua vez, são, em geral, básicos, pois as substâncias desse tipo ajudam a dissolver a gordura e remover a sujeira.

Atenção!!! O suco é só para observar, e não para beber!
Alfredo Luís Mateus, Departamento de Química, Universidade Federal de Minas Gerais. (Experimentos adaptados do livro de suaautoria Química na cabeça, Editora UFMG).

REVISTA CHC 161

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Bichos da Floresta

Trabalho das alunas: Kamila, Morgana, Ana, Mariah, Aretha e Liandra da turma 612 da profa. Marinilde.
A história em quadrinhos "Bichos da Floresta" foi produzida baseada no texto "A Fábula dos Parentes"

BICHOS DA FLORESTA

Capa (clique para ampliar)



Parte 1 (clique para ampliar)



Parte 2 (clique para ampliar)


Parte 3 (clique para ampliar)

A Fábula dos Parentes


Enfim chegou o grande dia do baile da mata. Condição para entrar: estar acompanhado de um parente próximo.
Fácil - pensou o tamanduá - vou com o sapo, pois temos língua comprida.
A mosca decidiu ir com o beija-flor, pois ambos tinham asas. Pulga com canguru, pois pulavam.
Quando as portas se abriram, aquela confusão. O porteiro berrava: "Ninguém está com seu parente próximo. "O que fazer? Bem, a cobra que veio com a lombriga, juntou-se com a minhoca. A pulga trocou seu par pelo morcego hematófago, já que os dois gostavam de suco de sangue. Novamente, barrados no baile.
Foi só aí que o bicho-preguiça, que entendia um pouco de zoologia, conseguiu falar. Calma- dizia - vamos separar quem tem osso, os vertebrados, de que não tem, os invertebrados. E assim começou a classificação dos parentescos.
Agora - prosseguiu - vamos dividir os vertebrados em cinco classes: mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. Mamíferos do lado de cá. A baleia nada e achava que era peixe. O morcego voa e pensava que era pássaro. Só se convenceram que são mamíferos com a paciente explicação: para ser desta classe, basta mamar ao nascer, ter temperatura constante e em geral, orelhas e corpo revestidos de pelos.
Mas a divisão por parentescos não estava concluída. O preguiça começou a classificar os mamíferos em ordens, mostrando que quem tem tromba (como o elefante) é da ordemProboscidea. Mamífero com dois dentes incisivos em cima e dois embaixo, que servem para roer (ratos, pacas, capivaras, etc), são da ordem Rodentia e assim por diante.
Todos já queriam entrar mas faltava mais. Calmamente a preguiça foi separando as ordens em famílias, começando pela ordem dos carnívoros: "Para cá os da família Mustelidae que são os mamíferos comedores de peixes, carne, têm hábitos aquáticos, pés e cauda para nadar". Vieram as ariranhas, os furões, as lontras e as iraras. Foi indo até chegar à família Felidae, onde entraram os gatos, onças, tigres, leões e leopardos: todos comem só carne, tem cauda comprida, são ágeis, geralmente sobem em árvores e enxergam colorido.
Os apressados que esperassem, pois ainda havia mais, Famílias dividem-se em gêneros. Por exemplo, entre felidae, há o gênero Panthera, onde se enquadram felídeos grandes, como onças, leopardos e tigres.
Gêneros, por sua vez, sub-dividem-se em espécies. Agora sim, os bichos se agruparam com parentes mais próximos ou seja, onça fica com onça na espécie Panthera onca. E assim por diante. O preguiça explicou que sempre que determinamos a espécie, devemos usar a palavra precedida do gênero. Exemplo: Panthera (gênero) leo (espécie), é o leão.
Assim, todos animais foram separados: aves, répteis, anfíbios e peixes ficaram sabendo quem era o parente mais próximo, seguindo a chave da classificação: Classe, Ordem, Gênero e Espécie.
E não é preciso dizer: o baile foi ótimo!

Maria Cornélia Mergulhão - Curso de Introdução à Ecologia para Crianças - Zoológico de Sorocaba - SP

MERGULHÃO, Maria Cornélia; VASAKI, Beatriz Nascimento Gomes. Educando para a conservação da natureza: sugestões de atividades em educação ambiental. São Paulo, Editora EDUC, 1998.